Carolina

Carolina, Carolina…
Se eu pudesse te dizer deste meu amor caído nos teus braços
Que eu tenho como fosse pássaro aninhado depois de tanto voar
Como seria bonito poder te mostrar esse amor infinito
Num verso grandessíssimo que não caberia numa só vida e nunca numa A4
Mas ai, Carolina! Que este amor é daqueles que mora na alma.
Que se declara na vida vivida e nos silêncios das coisas mais profundas
Janeiro 29, 2009 às 3:29 pm
nosa pirista, amei o que escrevestes sobre mim, o amor nunca acaba, ele se tranforma.e o nosso sempre mudando pra mais e melhor.
Fevereiro 26, 2009 às 11:42 pm
te li e gostei.Tu tens um lirismo suave e sem pompa.Poesia sincera.Posta mais e passa no meu.Como ficou o cabelim?
bjs
Fevereiro 26, 2009 às 11:43 pm
http://stillzombie.blogspot.com/